Título: 1408

Título Original: 1408

Elenco: John Cusack, Samuel L. Jackson, Mary McCormack e Tony Shalhoub.

Direção: Mikael Hafstrom

Roteiro: Matt Greenberg, Scott Alexander e Larry Karaszewski

Sinopse: Depois de perder a filha, o escritor Mike Enslin entra em uma nova fase em sua carreira na qual dedica-se a desmistificar fantasmas que habitam hotéis, escrevendo guias turísticos sobre o assunto. Quando lança seu mais novo livro, um fracasso de vendas, resolve se hospedar no Hotel Dolphin, cujo quarto 1408 é tido como fonte de uma força paranormal impressionante e causador de diversas mortes no decorrer dos anos. Um duelo psicológico tem início entre o escritor e o quarto, e a sanidade de Mike será colocada à prova.

Status do filme: em DVD, para locação, com extras: Dentro do Quarto 1408, John Cusack no 1408, Cenas Deletadas, Os Segredos do 1408, Os Personagens, O Diretor, Os Efeitos, A Produção do Cenário, Slide Show e Trailers. Imagem Filmes.

Classificação: 6 de 10

Opinião:

Para quem gosta das histórias do Stephen King, este filme é um prato cheio. Sempre fui fã de King e, por isso e por gostar do John Cusack e do Samuel L. Jackson, resolvi assistir a este filme. Fiquei desapontado, devo confessar. Primeiramente, por que esperava encontrar algo mais assustador, com clima mais pesado, um terror mais voltado para o ambiente do que para o personagem. John Cusack é um bom ator, adoro os filmes dele, em especial, Matador em Conflito. Só que, neste filme, ele é uma versão caricatural do personagem dele em Identidade. Uma pena, já que o filme tinha tudo para ser um novo cult.

Outro destaque negativo é o excesso de efeitos visuais. Quando você pensa em um filme em que o antagonista é um quarto de hotel possuído por algo demoníaco, imagina que haja uma série de elementos surreais, mas com aspecto físico, algo que desafie nossa imaginação. Quem viu O Iluminado sabe que um corredor de hotel é muito mais que o que os olhos podem ver. Em 1408, o quarto é um motivo para usar uma tonelada de CGEs (efeitos gerados por computador). A verdade é que o resultado ficou muito artificial. Perdeu-se muito da atuação de Cusack em contraposição com a atuação do ‘quarto’.

Finalizando, dividindo os 10 pontos da classificação em 50% para enredo e atuação e 50% para o produto final, Stephen King e John Cusack ganham seus 50%. Já o resultado final, 10%. Vale para conferir mais um filme de terror com um bom enredo e efeitos de última geração, sem sentido, mas muito apelativos para quem gosta de tecnologia.

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