4. Terror em Silent Hill

Ficha Técnica

Nome nacional: Terror em Silent Hill

Nome original: Silent Hill

Ano de produção: 2006 (23/4/2006)

País de produção: Canadá, EUA, França e Japão

Direção: Christophe Gans

Roteiro: Roger Avary

Elenco: Radha Mitchell, Sean Bean, Laurie Holden, Deborah Kara Unger, Kim Coates e Jodelle Ferland

Duração: 125min

Distribuidora: Sony Pictures

 

Resenha:

Antes de qualquer comentário, vem o aviso: este filme é uma adaptação de um jogo conhecido no mundo todo e muito famoso. Pronto. Isso resume a curiosidade pelo filme, ao menos a minha, já que eu joguei Silent Hill no PlayStation e curti (pero no mucho). Ele saiu mais ou menos na mesma época em que aconteceu o “boom” do Resident Evil e suas diversas versões e sequências. Todavia, Silent Hill pode ser considerado um jogo interessante e bastante tenso. O filme, nem tanto.

A história começa com a pequena Sharon tendo uma crise de sonambulismo e quase morrer. Depois de ser salva por sua mãe, a menina repete o nome Silent Hill muitas vezes. Os pais já sabem do que se trata e instala-se o dilema de levar Sharon de volta a sua cidade natal ou não. A mãe, quer. Já o pai, não. Independente da vontade o pai, Sharon é levada para a tal Silent Hill pela mãe. Apesar dos contratempos na estrada, as duas chegam à entrada da cidade, que está fechada e coberta por uma densa névoa. Pronto, está criado o clima para que uma overdose de sustos, gritos e monstros criados por computador invada sua tela.

Terror em Silent Hill é um filme de terror baseado em um game. Ele se mantém fiel à trama do jogo? Quase. Como qualquer adaptação, o autor do texto sempre dá uma mexida para dar mais liga na telona, já que o jogo é interativo e leva o jogador para diversos caminhos. O filme segue uma linha estranha em seu roteiro, com camadas de história, assim como o jogo, explicando o que houve com a cidade, com seus moradores e a origem da garotinha. Entretanto, isso pode ser bem confuso. O autor do roteiro é Roger Avary, que escreveu os bons A Lenda de Beowulf e Parceiros do Crime, e é parceiro criativo de Quentin Tarantino.

Christophe Gans é quem dirige Terror em Silent Hill. Seus trabalhos anteriores não chegaram a ganhar destaque internacional, mas são bons filmes: O Pacto dos Lobos (que está na fila para ser resenhado) e O Combate – Lágrimas do Guerreiro. Com a massa que tinha nas mãos em Silent Hill, Gans poderia ter feito melhor, acredito. O filme é bastante atraente se olharmos do ponto de vista da curiosidade, dos efeitos e dos sustos. Mas os personagens não seguram a trama e são guiados por um texto não tão surpreendente assim. Eu recomendo? Sim. Eu gostei? Não. Basicamente isso.

 

Nota: 5

~ por andre1979 em 04/07/2011.

Uma resposta to “4. Terror em Silent Hill”

  1. eu amei esse filmee

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