24. Alma Perdida

Ficha Técnica

Nome nacional: Alma Perdida

Nome original: The Unborn

Ano de produção: 2009

País de produção: EUA

Direção: David S. Goyer

Roteiro: David S. Goyer

Elenco: Odette Yustman, Gary Oldman, Cam Gigandet, Meagan Good, Idris Elba

Duração: 89min

Distribuidora: Universal

 

Resenha:

Dirigido por David S. Goyer, Alma Perdida é um filme de terror cuja temática clássica e escolha de elenco jovem e bonito leva ao velho clichê de ser um filme adolescente. E ele quase o é. Na verdade, o que mais agrada com relação ao filme é o roteiro. O elenco vai bem também, apesar de a protagonista não ser um exemplo de profundidade em seu personagem e o elenco de apoio não fazer um grande papel de suporte. Nem mesmo Gary Oldman se sai bem nesse filme. Mesmo assim eu gostei do modo como Goyer levou seu trabalho.

Alma Perdida (The Unborn, no original em inglês) mostra uma universitária, Casey Beldon (Odette Yustman), que começa a ser atormentada por pesadelos e visões de uma estranha criança de olhos brilhantes, e acaba sendo conduzida a uma viagem por sua própria história de família e descobre que está sendo perseguida por um mal que não descansará enquanto não cumprir o que ele se propôs a fazer – nascer.

Não posso dar muitas informações do roteiro, pois isso entregaria o jogo logo de cara e o mais interessante do filme se perderia. O grande barato de Alma Perdida é como vai se desenrolando o processo de descobrimento da verdade pela protagonista e como ela lida com isso, enquanto ela vai ficando cada vez mais atormentada pelo fantasma do garotinho. Quando Gary Oldman entra em cena como um rabino que é o único que pode traduzir o texto que irá exorcizar o tal espírito, parece que a trama ganha novo gás. Todavia, não ganha e a passada continua a mesma até o previsível desfecho.

Eu realmente gostaria de poder dar mais informações positivas sobre Alma Perdida. Eu gostei do filme e ele prendeu minha atenção até o fim, apesar de eu já saber o que ia acontecer. Odette Yustman é uma bela garota, mas ela sozinha não dá ao filme o toque que precisava para ser mais assustador. David S. Goyer, produtor, roteirista e diretor de várias produções interessantes (vejam o roteiro de Batman Begins, da trilogia Blade, por exemplo) e que aqui tinha material para dar muito mais para o público. Ele consegue dar bons sustos, leva a trama bem conduzida, consegue elementos visuais interessantes, mas acaba pecando em não esconder o jogo até o fim e ter escalado um elenco fraco. Vale uma olhada, de qualquer forma.

 

Nota: 6,5

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