71. Condessa Drácula

Capa do DVD lançado pela NBO Editora

Ficha Técnica

Nome nacional: Condessa Drácula

Nome original: Countess Dracula

Ano de produção: 1971

País de produção: Inglaterra

Direção: Peter Sasdy

Roteiro: Jeremy Paul, baseado na história de Alexander Paal e Peter Sasdy, inspirada pela ideia de Gabriel Ronap

Elenco: Ingrid Pitt, Nigel Green, Sandor Elès, Lesley-Ann Down

Duração: 93min

Distribuidora: NBO Editora (DVD que vi) e Works

 

Resenha:

Produzido pela famosa produtora britânica Hammer, Condessa Drácula não chega a ser um clássico do terror, mas, para mim, chega perto. Estrelado pela musa do terror dos anos 1960 e 1970, Ingrid Pitt, e com a direção firme de Peter Sasdy, esta produção coloca no chinelo as atuais adaptações da história da já mitológica Condessa Bathory e conta a história de forma direta e sem florear – o foco está no romance proibido e na loucura da personagem central.

Na Idade Média, em algum lugar do Leste Europeu, o conde Nodosheen acaba de falecer e seus herdeiros (incluindo empregados) estão reunidos, exceto sua filha, Ilona, para que o advogado faça a leitura dos últimos desejos do falecido. O conde deixa para sua esposa e sua filha todo o patrimônio principal, sendo precisamente metade para cada. Para completar a desgraça da já idosa condessa Elisabeth, seu finado marido deixa para o tenente Imre Toth, filho de um grande amigo seu, o estábulo, uma casa e todos os cavalos de raça que ele tinha.

A condessa Elisabeth em sua forma real

Depois de lido o testamento e de todos se conhecerem, Elisabeth se apaixona por Toth e isso provoca ciúmes no amante dela, o capitão Dobi – responsável pela segurança do castelo e da condessa pelos últimos 20 anos. Quando sangue espirra na face de Elisabeth, depois de uma discussão com uma jovem empregada, a condessa nota que o local em que o sangue espirrou rejuvenesceu imediatamente. Obviamente, Elisabeth encontra a empregada e termina o serviço, ficando jovem novamente.

Agora, a Condessa assume o lugar de sua jovem filha

A condessa quer aproveitar sua nova e bela feição para conquistar Toth. Para isso, ela manda Dobi interceptar a carruagem de Ilona e esconder a jovem. Com isso, Elisabeth toma o lugar da filha e se apresenta ao tenente como sendo a jovem herdeira que chega de viagem. Toth se apaixona por Elisabeth e os dois começam um romance. Obcecada em se casar com o jovem militar, a condessa passa a matar garotas e se banhar no sangue delas e se manter com a aparência de Ilona para continuar o namoro.

Dobi, o amante traído, quer vingança

Indignado, Dobi se sente traído e arma diversas situações para separar o casal. Enquanto isso, a verdadeira Ilona é mantida presa na floresta e mais jovens continuam a sumir do vilarejo. Como toda a história de amor proibido e loucura, esta não acaba bem.

Ilona (Elisabeth) e Toth

Condessa Drácula, apesar de não ter nada de Drácula no meio, é muito interessante. A Hammer sabia fazer filmes de terror, mesmo sem ser tão violento e explícito como grande parte dos realizadores faz hoje, apelando para o sangue e para o grotesco para ganhar audiência. Este filme merece estar na coleção.

Nota: 8

~ por andre1979 em 20/02/2012.

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