Brightburn – Filho das Trevas

Brightburn – Filho das Trevas
(Brightburn)

Origem: EUA/2018
Elenco: Elizabeth Banks, David Denman, Meredit Hagner, Jackson A. Dunn
Direção: David Yarovesky
Roteiro: Brian Gunn, Mark Gunn

Sinopse: Quando uma criança alienígena cai no terreno de um casal da parte rural dos Estados Unidos, eles decidem criar o menino como seu filho. Porém, ao começar a descobrir seus poderes, ao invés de se tornar um herói para a humanidade, ele passa a aterrorizar a pequena cidade onde vive, se tornando uma força obscura na Terra.

Status do filme: Em digital, Sony Pictures.

Classificação: 5 de 10

Opinião: Superman do mal? Versão maligna do Super-Homem? Anti-heroi? Filho das Trevas? Bom, Brightburn chegou à mídia assim, querendo viralizar para fazer barulho nos cinemas e o visual do filme acabou dando essa ideia mesmo, claro, para levar o povo para ver se era verdade essa ‘versão’ demoníaca do Homem de Aço adolescente. Olha, passou longe, exceto pela cópia em papel carbono da trama original do personagem da DC. Pais que não podem ter filhos, vivendo numa cidade rural daquelas com grandes celeiros e em que todos se conhecem, algo cai do espaço e dentro tem um bebê. Tá, beleza. Segue o roteiro, o menino cresce cercado de amor como uma criança normal até ele completar 12 anos e a puberdade trazer consigo mudanças, como pelos em lugares estranhos, mudanças no comportamento e, claro, ouvir vozes e descobrir que nunca ficou doente ou sangrou na vida, e tem super poderes. Amigos… Segue o roteiro, o adolescente descobre o que pode fazer, parece querer disfarçar, mas logo as situações que a vida coloca para qualquer um nessa idade na sociedade testam o caráter do garoto – que se mostra muito à vontade com sua qualidade de ‘especial’ e começa a colocar as manguinhas de fora.

Apesar do enorme clichê e da já mencionada óbvia semelhança com aquele personagem famoso, temos na tela algo com enorme potencial para um filme de terror. Potencial e só, pois o filme abusa do lugar comum com cenas sangrentas, efeitos ruins, atuações piores e, apesar de bons momentos de tensão, situações pouco aproveitadas, deixadas para trás em troca de caretas do tal filho das trevas e os choros da Elizabeth Banks.

Sinceramente, o filme não me convenceu. Achei raso, pobre e muito mal aproveitado, com um final pseudoapocaliptico tão fajuto quanto a ideia de se criar uma versão bizarra do Kal-El. Eu queria ter gostado, de verdade, e tenho certeza de que alguém deve ter curtido, já que o filme, que custou cerca de US$ 7 milhões, rendeu mais de US$ 30 milhões ao redor do mundo.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.